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terça-feira, 30 de agosto de 2016

FOLK/ COUNTRY/ ACID FOLK - JAM - From The Road - 1976


Artista / Banda: Jam
Álbum: From The Road
Ano: 1976
Gênero: Folk / Country / Acid Folk
 País: Holanda

Comentário: Duo formado por dois viajantes, o francês Jacques Leglise e o inglês Michael Green, que na segunda metade dos anos 70 gravaram seu único LP na Alemanha, lançado de forma privada na Holanda e tendo suas poucas cópias vendidas em shows. Dividido em 4 longas faixas, trata-se de um belo exemplo de folk rock setentista, com doses de blues e country, além de atmosferas variadas: psicodélicas, acústicas e dançantes. É também surpreendente, tendo em vista que há uso de apenas violão e gaita de boca, executadas de forma competente e acompanhando raras passagens cantadas em inglês.   

Duo formed by two travelers, Jacques Leglise (French) and Michael Green (English), that recorded in the second half of the 70's their only LP in Germany, released privately in the Netherlands and having its few copies sold at concerts. Divided into 4 long tracks, this is a fine example of 70's folk rock, with blues and country doses, and different atmospheres: psychedelic, acoustic and dancing. It is also surprising, because only acoustic guitar and harmonica are used and well performed, accompanying rare passages sung in English.

Músicos:
Jacques N. Leglise (violão)
Michael Green (vocal, harmônica)

Faixas:
01 Road Song 11:59
02 Resolution 11:59
03 Evil 8:46
04 Slap-Happy 13:15


sábado, 27 de agosto de 2016

SYMPHONIC PROG - JOKER'S MEMORY - Same - 1976


Artista / Banda: Joker's Memory
Álbum: Joker's Memory
Ano: 1976
Gênero: Symphonic Prog
 País: Canadá

Comentário: Formada na capital Ottawa, esta obscura banda lançou apenas um álbum em 1976 e desapareceu. Neste homônimo ouvimos apenas uma faixa de 19 minutos no lado A, dividida em 3 partes, e seguindo influências de rock progressivo sinfônico, com abundância dos teclados (piano, órgão e sintetizadores) que dominam o instrumental, acompanhados raramente pela guitarra. Infelizmente há uma forte tendência comercial, especialmente no vocal exageradamente melódico, além de produção que deixa a desejar.

Very rare 1976 self-titled homebrew vinyl release from a Canadian band with only side of music running about 19 minutes across three songs. Piano-driven rock with symphonic and AOR elements, some synth, little or no guitar. Dominated by melodramatic and fairly poor male vocals, but there's also some decent female vocals and harmony vocals for brief passages. The first 30 seconds are pretty arresting, with the female singer wailing over some ELP-styled neo-classical jamming, but that sound doesn't return to speak of and the album essentially amounts to a fourth-rate version of Kansas. Pathetically amateurish in every way, especially recording quality. Definitely not worth a second listen and not even a first listen except for people who enjoy scraping the bottom of the 70s rock rarities barrel.

Músicos:
Steve Hollingworth (bateria, percussão, sinos, vocal)
Peter Fredette (baixo, vocal)
Dave Binder (guitarra)
Brian Sim (guitarra, vocal)
Chris Ellis (piano, órgão elétrico, sintetizadores)
Floyd Bell (vocal)
Joey hollingworth (vocal)
Jim Ounsworth (backing vocal)
Jim Holt (vocal)

Faixas:
01 A Jokers Memory Part One 08:29
02 A Jokers Memory Part Two 07:14
03 A Jokers Memory Part Three 03:35



quinta-feira, 25 de agosto de 2016

PSYCHEDELIC FOLK - ANTONIO SMITH - Ven, Seamos Más - 1974


Artista / Banda: Antonio Smith
Álbum: Ven, Seamos Más

Ano: 1974
Gênero: Folk / Psychedelic Folk
 País: Chile

Comentário: Primeiro disco solo do importante músico chileno Antonio Smith, líder da banda Congregación e Grupo Sol del Chile, nesta época exilado na Argentina, onde lançou ainda mais um álbum em 1975. Na obra ouvimos 13 curtas faixas e que seguem o mesmo estilo de seus trabalhos anteriores, mesclando folk andino com atmosfera progressiva e psicodélica, profundamente líricas e delicadas. O instrumental é quase todo acústico e dominado por violões, além de passagens de flauta, percussão e instrumentos típicos como charango. 

Debut album of the important Chilean musician Antonio Smith, leader of the band Congregación and Grupo Sol de Chile, this time in exile in Argentina, where he released his two solo records. Divided in 13 short tracks, this one follows the same style of his previous works, blending Andean folk with progressive and psychedelic atmosphere, deeply lyrical and delicate. The instrumental is almost entirely dominated by acoustic guitars, as well as passages of flute, percussion and traditional instruments like the charango.



Músicos:
Antonio Smith (vocal, violão, guitarra)
?

Faixas:
01 Cuantos Caminos, Nos Llevaran! 2:49
02 Basta, De Negar Por Negar! 3:30
03 Esto, Amor No Lo Olvides 2:30
04 Bosquecito 1:37
05 Tu Miel Caliente Para Mi Verano 4:28
06 Para Ser Hombre (Anamlor) 3:27
07 Hoy Salgo A Caminar 3:03
08 Ven, Seamos Mas 3:51
09 Regresa El Sol De Lejos (Inti-Ramiti) 3:27
10 Solo Asi Vendra (Mensahe De Las Estrellas) a) Despertar, b) Recorder, c) Renacer 2:52
11 La Magia De Ser 3:34
12 Cruzare (A Loreto) 4:04
13 Om, Vida, Cosmos 3:14



domingo, 21 de agosto de 2016

AFRO JAZZ - MALOMBO - Music Of The Spirit - 1971


Artista / Banda: Malombo
Álbum: Music Of The Spirit

Ano: 1971
Gênero: Afro Jazz / Free Jazz
 País: África do Sul

Comentário: Formado nos anos 60 em Mamelodi, esta é uma das mais antigas bandas vindas da África do Sul, lançando vários álbuns durante as seguintes décadas. Mesmo assim, pouco se sabe sobre este registro, que aparentemente não conta com o líder Philip Tabane e teve apenas 100 cópias! 
Trazendo 8 faixas instrumentais, é dominado por improvisações e sonoridade única (classificado por alguns como free-jazz, além de ritmos tradicionais), com passagens hipnóticas de bateria, percussão e flauta dominando. Ouçam e tirem suas conclusões, especialmente fãs de música africana!

Formed in the 60s in Mamelodi, this is one of the oldest bands coming from South Africa, releasing several albums over the following decades. Still, little is known about this record, recorded without the leader Philip Tabane and only 100 copies!
Bringing 8 instrumental tracks, it is dominated by improvisations and unique sound (classified by some as free jazz, and traditional rhythms), with hypnotic passages of drums, percussion and flute dominating. Listen and draw your conclusions, especially African music fans!

Músicos:

Julian Bahula (bateria, percussão)
Abbey Cindi (flauta, saxofone)
Lucky Ranku (guitarra)
?

Faixas:
01 Heaven's Doorsteps 1:21
02 Birds meet Elephant 5:37
03 Gae Memelodi 11:01
04 Excerpt from Ourang Outang 0:58
05 Malombo Workshop 6:50
06 Inyoni 2:34
07 Dikomeng 4:42
08 Ungaokhala 2:54


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

SOFT ROCK - THE CHAPTA - Open Door - 1972


Artista / Banda: The Chapta
Álbum: 
Open Door
Ano: 1972
Gênero: Soft / Folk Rock
 País: Nova Zelândia

Comentário: Formada em 1969 na cidade de Christchurch, esta banda passou por algumas mudanças de formação até lançar seus dois únicos álbuns em 1971 e 72, além de alguns singles e desaparecer pouco tempo depois. Posto aqui seu último registro, trazendo 10 curtas faixas de soft rock, bastante melódico e com tímidas influências de folk e country, destaque para algumas boas passagens de órgão, guitarra e flauta, acompanhando vários coros. Poucas novidades para o estilo, mas mesmo assim interessante para fãs de folk e pop rock.

Formed in 1969 in the city of Christchurch, this band had some lineup changes until launch their only two albums in 1971 and 72, as well as some singles and disappear shortly after. Post here their last record, bringing 10 short tracks of soft rock, quite melodic and with some influences of folk and country, good passages of organ, guitar and flute are highlights. Few news for style, but still interesting to folk and pop rock fans.



Músicos:
Dave Kennedy (guitarra, bateria, vocal)
Ledlie Cleland (órgão, vocal)
Dick Watson (baixo, vocal)
Kevin Toneycliffe (vocal, flauta, guitarra)

Faixas:
01 Show The World 
02 Send Me No More Letters 

03 Sand Storm 
04 Go To Hell Annabelle 
05 I Can See You / Open Door 
06 You And I 
07 Colonel Pumpkin 
08 Day 
09 Star King 
10 Promise Of Tomorrow



terça-feira, 16 de agosto de 2016

PROG FOLK - IMAGES - Le Jeu De Robinson - 1977


Artista / Banda: Images
Álbum: 
Le Jeu De Robinson
Ano: 1977
Gênero: Progressive Folk
 País: França


Comentário: Obscura banda vinda de Tarbes, na França e que lançou um único e raro álbum em 1977. O disco é dividido em 9 faixas, trazendo uma mescla agradável e consistente de rock progressivo e folk, majoritariamente acústica, com violões, flauta e percussão, apesar da maior presença de guitarra e teclados na suíte de 15 minutos que fecha o disco. As letras são todas em francês e em alguns momentos lembram outros nomes locais do gênero prog.

  The first side is pleasant folk, with acoustic guitars and flute, and sparse vocals sung in a soft French tone. Side 2 rocks out with the addition of electric guitar, bass, keys and drums. Plenty of progressive meter changes, and comparisons to bands like Memoriance or Pentacle wouldn't be out of place. A splendid little album that very few know about, but is not to be missed! Comes in a plain white cover with an Images sticker as seen here. Also has a nice insert with baby pictures of all 5 band members.

Músicos:

Jean-Pierre Haure (baixo, guitarra)
Marc Girard (bateria)
Georges Valat (violão, flauta, harmônica, vocal)
Andre Dion (violão, bandolim, vocal)
Marc Peynet (teclados)
Titus (percussão)

Faixas:

01 Chanson De Myriam 2:03
02 Tempête De Robinson 6:10
03 Flore 1:10
04 Chanson De Robinson 1:30
05 La Femme En Rouge 2:58
06 Myriam 2:01
07 Tempête De Vendredi 2:59 

08 Final 0:58
09 Klauss Et Mina 15:00


domingo, 14 de agosto de 2016

JAZZ FUSION / RAGA - AMANCIO D'SILVA - Konkan Dance - 1974


Artista / Banda: Amancio D'Silva
Álbum: Konkan Dance
Ano: 2006 (1974)
Gênero: Jazz Fusion / Raga Rock
País: Índia / Inglaterra

Comentário: Nascido em Mumbai em 1934, o já músico Amancio D'Silva mudou-se na década de 60 para a Inglaterra, onde ganhou notoriedade na cena local e lançou alguns álbuns no período. Posto aqui seu último disco, gravado em Londres em 1974 e lançado apenas 32 anos depois, com presença de grandes nomes como Stan Tracey, Clem Alford e Don Rendell. Dividido em 5 longas e instrumentais faixas, ouvimos aqui uma excelente mistura de ritmos tradicionais indianos e jazz fusion, com talentosos músicos, passagens de no violão, sax, sitar, flauta e tablas e atmosfera viajante.

Guitarist / composer Amancio D`Silva was born in Goa, India and arrived in London in 1967, where he was immediately absorbed by the burgeoning local Jazz scene. Although D`Silva participated in a wide variety of sessions, his unique guitar voice always included a subtle Eastern undertone. However, on his solo recording projects, where his own compositions were mainly featured, this influence was much more apparent. He recorded five brilliant solo albums, of which this was the last. The musicians participating in this recording come from the ranks of legendary British Jazz scene: Don Rendell – saxophone, Stan Tracey – piano and Alan Branscombe – flute, vibes and electric piano. A sitar and two tabla players add the Indian flavor to the music, which flows beautifully like a river of sound in an enchanted garden. Absolute must!


Músicos:
Amancio D'Silva (violão, guitarra)
Toni Campo (baixo)
Alan Branscombe (flauta, piano, vibrafone)
Stan Tracey (piano)
Don Rendell (saxofone)
Clem Alford (sitar)
Keshav Sathe (tabla)
Mick Ripshar (tabla)

Faixas:
01 A Street In Bombay 10:36
02 What Maria Sees 7:49
03 A Song For Francesca 10:50
04 Konkan Dance 8:46

terça-feira, 9 de agosto de 2016

PSYCHEDELIC ROCK - DAYBREAK - Same - 1971


Artista / Banda: Daybreak
Álbum: Daybreak  
Ano: 1971
Gênero: Psychedelic Rock / Heavy Psych
País: Estados Unidos

Comentário: Raridade máxima vinda do interior de Nova Iorque, formada por jovens locais no início dos anos 70. Lançaram este único álbum em 1971 com apenas 400 cópias e até hoje não relançado, dividido em 7 faixas, sendo apenas 2 originais ("Can't Get Down" e "(I'm Only) Half There") e covers de nomes como Neil Young, Steppenwolf e Moody Blues. O som é típico da época, baseado no rock psicodélico, em momentos mais voltado ao hard e outros garagem, com solos de guitarra distorcida e órgão destacando-se e acompanhados por vocais abafados e boa cozinha bateria / baixo.
Apesar da gravação não ser das melhores, esta é uma pérola muito interessante para todos os fãs de psicodelia dos anos 60 e 70.

Wasted organ-heavy psych with endearingly muffled production and echoing vocals. Doomy, druggy vibe is maintained throughout, even on the uproarious version of "Rock Around the Clock" (Completely with distorted brass instrument of some description). "Nights in White Satin" is turned into a nightmarish Mandrax dirge, and "Down By the River" is smothered in the audial equivalent of confused, drunken remorse. The two originals shine bright too, opener "Can't get Down" ploughs a thrillingly nihilistic blues-rock furrow, while the twisted history of the US related on "Monster, Suicide, America" is just baffling. A definite lost classic for fans of no-fi psych and outsider rock.
Text: Rate Your Music

Músicos:
Vince Seplesky (baixo)
?

Faixas:
01 Can't Get Down
02 Down By The River
03 (I'm Only) Half There
04 (We're Gonna) Rock Around The Clock
05 Nights In White Satin
06 Monster, Suicide, America
07 Alone Again


domingo, 7 de agosto de 2016

JAZZ FUSION - TIIT PAULUS - Tiit Paulus Ja Sõbrad - 1980



Artista / Banda: Tiit Paulus
Álbum: Tiit Paulus Ja Sõbrad  
Ano: 1981
Gênero: Jazz / Jazz Fusion
País: Estônia

Comentário: Primeiro disco solo deste guitarrista nascido em Tallinn e que desde a década de 70 participou de várias bandas locais de jazz, como de Jaan Kuman. Nesta obra, ouvimos 8 faixas instrumentais mais voltadas ao jazz tradicional e chamber jazz, na maioria do tempo tranquilo e com boas passagens solo de guitarra, piano e percussão, o saxofone e clarinete são responsáveis por algumas doses de groove. Uma das pérolas obscuras do jazz báltico que valem audição, recomendado! 
  
First solo album by this guitar player born in Tallinn and since the 70's participated in several local bands, as Jaan Kuman. In this work, we hear 8 instrumental tracks more geared to traditional and chamber jazz, most of time quiet with good solo passages of guitar, piano and percussion, saxophone and clarinet are responsible for some groove doses. One of the gems from the Baltic jazz worth a listen, recommended!


Músicos:
Tiit Paulus (guitarra, violão)
Toivo Unt (baixo)
Arvo Pilliroog (clarinete, saxofone)
Tõnu Naissoo (piano)
Peep Ojavere (percussão)
Lembit Saarsalu (saxofone)

Faixas:
01 Introduktsioon (Introduction) 1:42
02 Pühapäev (Sunday) 7:40
03 Aranjuez 8:50
04 Päevavaras Moose (Moose The Mooche) 3:26
05 Pastoraal (Pastoral) 5:48
06 Topi 7:34
07 Kasutu Jutt (Empty Words) 1:44
08 Janne 4:57


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

PSYCH/ COUNTRY / BLUES ROCK - GULLIVER SMITH - The Band's Alright but the Singer Is - 1973


Artista / Banda: Gulliver Smith
Álbum: The Band's Alright but the Singer Is  
Ano: 1973
Gênero: Psychedelic/ Country / Blues Rock
País: Austrália

Comentário: Único disco solo do vocalista australiano Gulliver Smith, figura presente em vários grupos locais dos anos 60 até sua morte, em 2014. Neste LP, que conta com presença dos membros de sua banda na época, Company Caine, ouvimos uma mescla tanto quanto incomum de blues, country, psicodelia, progressivo e boogie rock. No instrumental há um equilíbrio entre passagens dinâmicos e agitadas e outras baladas acústicas, com presença de saxofone, guitarra, piano, percussão e violões, acompanhando o vocal de Gulliver. Recomendo a audição e que façam suas conclusões.

Only solo album released by Australian singer Gulliver Smith, present in several local groups since early 60s until his death in 2014. In this LP, with all members of his band at the time, Caine Company, we hear a unusual mix of blues, country, psychedelia, progressive and boogie rock. In instrumental there is a balance between dynamic and agitated passages and other acoustic ballads, with the presence of saxophone, guitar, piano, percussion and acoustic guitars, accompanying the Gulliver's vocal. I recommend hearing and draw your conclusions.


Músicos:
Gulliver Smith (vocal)
Russell Smith (guitarra, vocal)
Arthur Eizenburg (baixo)
John McInerney (bateria, percussão)
Jeremy Noone (saxofone)
Mick Tulk (guitarra rítmica)
Bobby Gebert (piano)
Dave Conners (saxofone)

Faixas:
01 Theme - Jet Set Blues 4:03
02 Almost Freedom 3:57
03 Such a Shame 3:40
04 Melody for Edgar Allan Poe 5:28
05 Paradise Woman 5:16
06 Mascara Blue 5:00
07 Your Old Friend 6:37
08 Lazy Shoe 5:42
09 Hey George 4:54